DISCURSOS
TEXTO QUE SERIA LIDO EM VOZ POR
ARMANDO CUNHA
Boa
noite, meu nome é Armando Cunha e fui convidado pelos organizadores deste
evento para apresentar as homenagens de hoje. Antes de tudo, gostaria de saudar
as famílias dos homenageados e todos os amigos que vieram prestigiar este
evento. Neste início, gostaria de agradecer ainda os patrocinadores que
souberam compreender a importância e a magnitude deste
encontro para o cultivo da memória e da identidade do povo santa-cruzense:
Unifio – Centro Universitário de Ourinhos, Associação Comercial de Santa Cruz
do Rio Pardo, OAPEC-Santa Cruz, Centro Cultural Special Dog e Graal-Estação
Kafé.
Vale acrescentar um imenso muito-obrigado ao pintor santacruzense
Paulo Sérgio de Souza, que tão gentilmente organizou a mostra “Memórias”,
somando a estética da pintura a este espaço de de música, de confraternização e
abraços.
Esta
noite de “Tributos e Abraços”, que sinaliza a retomada e a continuidade da
Semana Mário Nelli de Música, pretende não só homenagear três cidadãos eméritos
de Santa Cruz, mas também estender a nossa lembrança – e o nosso abraço – às
mais de 200 pessoas, próximas ou distantes, que perderam a vida durante o
flagelo da pandemia do Coronavírus. Dessa forma, que este encontro não seja constituído
apenas de lembranças, mas também de paz, fraternidade, união e, como quer o
nome do evento, de muitos abraços.
Não
queremos tomar a descontração de vocês por muito tempo. Dessa forma o ritual de
homenagem será dividido em três rodadas, uma para cada homenageado. Teremos
assim:
1. > Leitura de uma breve biografia, associada a uma
imagem em tela;
2. > Vídeo de 01 (um) minuto trazendo de volta a
pessoa para nós;
3. > Música que muito relembra a pessoa do
homenageado; e
4. > Entrega de placa de bronze a um ou mais
representantes da família
Mário
Nelli, personagem central desta semana de música, assim se referiu aos três
homenageados desta noite: “Sempre digo que gosto muito das pessoas que gostam
das coisas que eu gosto. O Eduardo, o João Nantes e o Iramis sempre gostaram
muito de música; por isso, sempre gostei muito deles, e também porque sempre os
considerei grandes pessoas.”
Apresentadas estas preliminares, vamos, de corpo e espírito, acompanhar os três tributos.
ENCERRAMENTO
Falando em nome dos
organizadores deste evento, queremos enfatizar a falta que fazem não apenas
João Nantes, não apenas Eduardo Pimentel, não apenas o maestro Iramis, mas
também as mais de 200 pessoas que partiram prematuramente, fora do combinado,
devido ao flagelo da pandemia do Coronavírus aqui na nossa terra.
A falta, a ausência, é bom que
se diga, sinaliza para aquela pessoa que deveria estar num lugar, mas que não
está mais, se foi e agora mora na nossa memória – memória, capacidade humana de
trazer o passado no presente; memória que produz a história; a história que
produz e enriquece a identidade do povo santa-cruzense.
Muito obrigado a todos –
continuemos dançando e nos abraçando nesta noite de TRIBUTOS E ABRAÇOS.



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