IRAMIS TREVISAN - BIOGRAFIA E TRAJETÓRIA
IRAMIS TREVISAN
Iramis estudou até o 4º ano
primário. Foi um jovem atleta - valorizava o corpo perfeito e praticava vários
tipos de esportes: natação no Rio Pardo, mergulho da ponte, trapézio, box e
alteres.
Andava sempre bem arrumado,
limpo e perfumado. Entre os jovens era um galã, conforme relembra uma das suas
irmãs. Sempre foi muito habilidoso e, sob certos aspectos, um perfeccionista.
Exerceu a profissão de alfaiate e, segundo consta, ninguém o igualava na agulha
e no caimento dos seus cortes e feitios.
Iniciou seus estudos de música
ainda na juventude com professores de acordeom: Cida Machado e Giovani Lanfranchi,
sempre lembrados por com muito carinho. Foi músico da Banda do Maestro Zequinha
e com o seu instrumento de sopro tocou também em vários conjuntos que alegravam
os bailes de antigamente. Tocou com perfeição não só o acordeom, mas também clarinete
e saxofone alto, soprano e tenor.
Casou-se em 1958 em Santa Cruz
do Rio Pardo com Maria Joanna Feliciano Ferreira, tiveram dois filhos: Ronaldo
e Rosana, dos quais tiveram quatro netos: Guilherme, Helena, Caroline e Julio.
Foi um pai rígido, firme e severo.
Como passatempos, gostava de
trabalhos manuais, de construir gaiolas de passarinho, restaurar imagens
religiosas e nunca desprezou um carteado com os amigos. Foi ainda um agricultor
que trabalhava acompanhando as descobertas científicas da área de agricultura.
Participou da Corporação
Musical Municipal Sete de Setembro, conhecida também como “Furiosa”, que depois
passou a se chamar Banda Musical Zequinha Moraes sob a regência de Silvio de
Paula. Em função do falecimento desse Maestro, assumiu a regência dessa
inesquecível corporação musical santacruzense.
Deu aula de música na Escola
Professora Durvalina Teixeira da Fonseca, onde formou uma Banda com as
crianças. Deu aula de saxofone no Conservatório Osvaldo Lacerda e tocou na
Orquestra de Câmara sob a regência do Maestro Magali Junqueira.
Este nosso querido homenageado
gostava de relembrar a história sobre um acontecido durante um almoço num
restaurante, com um amigo da família. Ao final da refeição, após esse amigo ter
se fartado de comida, ele disse que estava satisfeito, que não cabia mais nada;
e perguntou ao Iramis se ele queria alguma coisa mais. O Iramis então respondeu
“Eu quero uma salada de frutas!” ao que prontamente esse amigo gritou: “Garçom,
traz DUAS saladas de frutas”.



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